segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Mesmo presa ela faz muito por nós !!!!! - Carta de Mara Lucia Galvão

 
 
Boas Novas e Feliz 2012

Ao chegar o final de ano, estamos cansados, sobrecarregados e necessitamos avaliar e planejar o próximo ano.

Quero partilhar com vocês, meus irmãos e amigos, o meu balanço.

Estou impedida de exercer minha liberdade, é difícil, mas ao mesmo tempo me sinto livre, como sempre desejei ser.

Vivo dias marcantes, fortes, inexplicáveis. Deus protege e cuida de tudo. Agradeço à vocês que, de alguma forma, se identificam e vivem comigo este momento; e Deus faz o mesmo, graças dou e darei Eternamente.

Mesmo se não queremos, as mudanças vêm, é melhor esperá-las e aproveitá-las para colocar em prática nossas propostas e projetos e planos.

Creio que quando desejamos e clamamos e nos colocamos à disposição, ai elas vêm e quando vemos, já estamos vivendo a tão sonhada transformação.

Por isso desejo que olhemos para os outros como candidatos a serem e fazerem, e que olhemos prá nós, como quem se importa com mudanças, convivemos com ela como se fizesse parte, fosse comum mudar.

Conheci aqui pessoas que, no íntimo, oram para conhecer pessoas como vocês e há as que duvidem que possa existir os que defendem, até com sua vida, o Bem, altruístas, misericordiosos, solidários. O amor para alguns é utopia.

Muitos aqui acreditam que prevaleça o irracional e emocional, mas quando veem que o Amor é decisão, é racional, encontram o sentido de ser verdadeiramente livres, tanto quanto estar na contramão do mundo e ainda sim, ser feliz, ou enquanto quase todos correm, você para para levantar alguém, ou quando choram, enxugar as lágrimas.

Desejo à todos vocês: Reavivamento Espiritual, Reforma de hábitos egoístas ou costumes degeneradores, reflexões profundas e significativas.

Não sintam-se só, mas unidos a um exército aparentemente invisível como instituição, mas eficaz em ações.

Seguindo o exemplo do Mestre que teve como primeiros precursores os 12 que ditos homens comuns, porém viveram e fizeram da disciplina do amor e perseverança, seus lemas e Salvação em Cristo Jesus seus ideais, e assim, esses tão grandes exemplos de organização única e mudanças.

Desejo que conheçamos e permaneçamos, pois ninguém continua o mesmo, é impossível, pois este amor nos constrange de tal maneira que o extraordinário é, cotidiano, como dizia o revolucionário.

E unidos no Deus único que nossa fé seja tamanha ao ponto de transportar montes de lugares, sentimentos.

Estou muito feliz e desejo Feliz Natal e Ano Novo, abracem bem forte e com muito carinho os meus amados e queridos.

Que o Amor de Deus, paz em Jesus Cristo e a comunhão com o Espírito esteja com vocês e todos os dias até a vitória.

Mara Lúcia
15/12/11.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

25 de novembro - Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher

Patria Mercedes Mirabal (27 de fevereiro de 192425 de novembro de 1960), Minerva Argentina Mirabal (12 de março de 192625 de novembro de 1960) e Antonia María Teresa Mirabal (15 de outubro de 193625 de novembro de 1960) foram dominicanas que se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo.
As irmãs Mirabal cresceram em uma zona rural, no município de Salcedo (hoje província). Quando Trujillo chegou ao poder, a família das irmãs perdeu a casa e todo o seu dinheiro. As irmãs acreditavam que Trujillo levaria o país ao caos econômico e, então, formaram um grupo de oposição ao regime se tornando conhecidas como Las Mariposas.
Foram presas e torturadas várias vezes. Apesar disso, continuaram na luta contra a ditadura. Trujillo decidiu acabar com Las Mariposas em 25 de novembro de 1960, enviando homens para interceptar as três mulheres quando iam visitar seus maridos na prisão. Las Mariposas foram pegas desarmadas e levadas para uma plantação de cana-de-açúcar, onde foram apunhaladas e estranguladas.
Trujillo acreditou que havia eliminado um grande problema, mas o assassinato teve péssima repercussão. A morte de Las Mariposas causou grande comoção na República Dominicana e levou o povo dominicano a ficar cada vez mais inclinado a apoiar os ideais de Las Mariposas. Esta reação contribuiu no despertar da consciência do povo, e culminou no assassinato de Trujillo em maio de 1961.
No Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho de 1981, realizado em Bogotá, Colômbia, a data do assassinato das irmãs foi proposta pelas feministas para ser o dia Latino-Americano e Caribenho de luta contra a violência à mulher.
Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou que 25 de novembro é o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, em homenagem ao sacrifício de Las Mariposas. 

MARA LUCIA GALVÃO - TRABALHADORA RURAL PRESA DESDE O DIA 8 DE SETEMBRO POR DEFENDER E LUTAR PELA  REFORMA AGRARIA.   PARTICIPANTE DA CAMPANHA MUNDIAL 16 DIAS DE ATIVSIMO PLEO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES -
ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS  - MST.

NADA !!!!!!!!!!!!

                      É ISTO ATÉ AGORA NADA !!!!!!!!!!!

                                        ELA CONTINUA PRESA !!!!!

DIA 25/11 -  COMEÇA A CAMPANHA "16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLENCIA CONTRA AS MULHERES" DA QUAL ELA FEZ PARTE  EM 2006 , COMO  A PRINCIPAL "CARA" DA CAMPANHA .
                                           E DAÍ  ???
ELA ESTÁ PRESA !
                                           E SEUS FILHOS/A ?
ESTÁ SEM MÃE  !
                                            SUA PLANTAÇÃO ?
SEM CAPINA !
                                            SEU APIÁRIO ?
MORRENDO !

MARA LUCIA GALVÃO CIDADÃ , ATIVISTA,MILITANTE PRESA DESDE O DIA 8 DE SETEMBRO .
                                               E NÓS ??

FICAMOS ESPERANDO A "JUSTIÇA"

 "DEITADO/AS ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLENDIDO..."

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Relatório alerta para riscos contra ativistas dos direitos humanos

Relatório alerta para riscos contra ativistas dos direitos humanos
24 de outubro de 2011 21h54  


A Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) e a Organização Mundial Contra a Tortura (OMCT) denunciaram nesta segunda-feira o intenso assédio que muitos dos ativistas dos direitos humanos sofreram em 2011 pelo mundo. "As revoluções de 2011 no mundo árabe lembram à comunidade internacional a urgência de colocar os direitos humanos em sua agenda política", destacam as entidades em seu relatório anual, divulgado nesta segunda-feira.
No documento de mais de 600 páginas, a FIDH e a OMCT pedem mais atenção "aos gritos de alerta feitos pelos defensores dos direitos humanos no mundo". Elas detalham as situações dos ativistas em favor dos direitos humanos em 70 países, sejam eles militantes de ONGs, jornalistas, sindicalistas, advogados "ou simples cidadãos indignados pela injustiça, arbitrariedade e horror".
A presidente da FIDH, Souhayr Belhassen, disse que esses ativistas "estão mais ameaçados do que nunca" e advertiu que a violência continua na Síria, Líbia e Iêmen. "Na África, Oriente Médio, Europa, América e Ásia são punidos, presos e às vezes torturados".
O documento aponta que, na América Latina, África e muitos países da Ásia, os defensores de direitos humanos "foram vítimas de ataques e punição, e sofreram outro tipo de ameaças, que com frequência ficaram impunes".
Essas situações, diz o relatório, afetam especialmente os defensores de comunidades vulneráveis ou marginalizadas, como povos indígenas que defendem seus direitos sobre a terra e seus recursos naturais.
"Na América Latina, por exemplo, os líderes de movimentos de camponeses, povos indígenas e afrodescendentes são constantemente vítimas de ataques, especialmente após protestar pacificamente contra vários projetos de exploração de recursos naturais em seus territórios", assinala o documento.
No que diz respeito à luta contra a impunidade, o documento ressalta que vários países latino-americanos assumiram "posições ambíguas", persistindo os obstáculos para modificar as leis de anistias gerais que impedem investigar as graves violações dos direitos humanos cometidos por Governos ditatoriais.
O Brasil é mencionado entre eles. Nesse sentido, o documento lembra que a Justiça brasileira "negou-se em 2010 a modificar a Lei da Anistia vigente desde 1979".
Outra das denúncias que afeta a América Latina é a referente à "criminalização do protesto social pacífico e a prisão arbitrária de manifestantes (Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Paraguai, Venezuela)".
O relatório critica ainda a discriminação aberta na América Latina contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, que "muitas vezes são violentamente atacados (Bolívia, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, Peru), apesar de alguns avanços legislativos na Argentina, Brasil, El Salvador e México".
As entidades também denunciaram as situações de ativistas presos "por vagas acusações" na China, Irã e Síria, enquanto na Turquia, alguns foram julgados após operações antiterroristas e permaneceram detidos durante longos períodos à espera da realização dos julgamentos correspondentes.

noticias.terra.com.br

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

8/03/2007- PASSEATA DIA INTERNACIONAL DA MULHER .





A assentada do MST em São José dos Campos, Mara Lúcia Galvão, 35 anos, participou da caminhada com seus dois filhos, Rebeca, de 2 anos, e Lucas, de 5 anos: “Se sofremos as conseqüências temos que nos organizar para garantir os direitos e conquistar os que ainda faltam. Protestamos contra o agronegócio, contra a redução da idade penal, pela reforma agrária, pelos direitos da mulher escolher quantos filhos ela quer ter”

A LUTA DAS MULHERES POR LIBERDADE ! UNIÃO DE MULHERES


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lOPHCulfWBI
www.youtube.com
Mini documentário sobre a fundação e tragetória de uma das principais organizações feministas da America Latina. Com Terezinha Gonzaga, Crimeia Almeida, Amel...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES


Marcha Mundial das Mulheres
Mulheres em Movimento Mudam o Mundo

Home | Links
Nota de Solidariedade - Lutar não é crime!
Publicada em: 14.09.2011


Nós, da Marcha Mundial das Mulheres, vimos a público expressar nosso repúdio pela prisão da companheira trabalhadora rural Mara Lucia Galvão, do Assentamento Nova Esperança (MST), de São José dos Campos (SP), na última sexta-feira, 9 de setembro. Mara foi presa porque luta pela terra. Lutar não é crime!

À companheira, nossa solidariedade!

Marcha Mundial das Mulheres

Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!!!

Fonte: MMM

TOD@S E TODOS



Campanha em apoio à companheira de luta!
12/Set/2011 - 10:41

A companheira Mara Lucia Galvão, mãe de 3 filhos, trabalhadora  rural do Assentamento Nova Esperança, que participou da Campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres de 2006 (clique aqui; campanha foi destaque no site da ONU Mulheres),  foi presa  no dia  08/09.  Estamos fazendo uma campanha de sensibilização pela soltura da Mara, que sempre foi uma lutadora pela liberdade, pela Terra e pelo fim da violência contra as mulheres.
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!
MARA_LUCIA_GALV_O.jpg


CORRUPTO SOLTO , TRABALHADORA PRESA !!!!

Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região

Corrupto solto, trabalhadora presa!
Enquanto Novais e outros ministros corruptos continuam leves, livres e soltos por aí, a Justiça brasileira condenou a seis anos de prisão a trabalhadora rural Mara Lúcia Galvão. Mãe de três filhos, Mara é uma das militantes do MST (Movimento dos Sem-Terra) na região e foi condenada pela participação na ocupação da Fazenda Santa Clara, em 2001. Ela foi transferida, no último dia 15, para o Centro de Ressocialização Feminina de São José dos Campos. 

O Sindicato repudia a prisão da companheira e diz não à criminalização dos movimentos sociais.
http://www.sindmetalsjc.org.br/imprensa/jornal-do-metalurgico/noticias/detalhe/331/denuncias+de+corrupcao+derrubam+5+ministro+do+governo+dilma.htm

AMELINHA ( TELLES) , CHAME TODAS AS MULHERES , A MARA NÃO PODE FICAR PRESA , JUNTE TODAS , JUNTE TODAS ! - ' FALOU O DEP. ADRIANO DIOGO , NOS 30 ANOS DA UNIÃO DE MULHERES

CAMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO - 18/10/11

Data - 20.10.2011

União de Mulheres é homenageada pelos seus 30 anos de lutas

A União de Mulheres de São Paulo comemorou os seus 30 anos em sessão solene da Câmara Municipal realizada na última terça-feira, dia 18. A homenagem foi iniciativa conjunta dos vereadores Juliana Cardoso e Ítalo Cardoso. Durante a solenidade foram relembradas as principais lutas da entidade aos longos das três décadas como a construção de creches, Diretas-Já em 1984, Constituinte de 1988, além das inúmeras campanhas contra a violência praticadas contra mulheres, principalmente as domésticas.
A presidente da União de Mulheres, Arlene Martinez Ricoldi, recebeu das mãos dos vereadores proponentes da sessão, certificado de menção honrosa. As homenagens também foram estendidas a duas outras entidades com as causas feministas e políticas: Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde e Centro de Informação Mulher (CIM). Durante o evento, a vereadora Juliana Cardoso convidou Maria Amélia Teles, uma das fundadoras da entidade, para fazer a justificativa do Projeto de Resolução que cria o Prêmio “Heleieth Saffioti”.  Após ser instituído pela Câmara Municipal a honraria será concedida a personalidades e entidades que se destacam pela luta dos Direitos Humanos.
Coube ao Grupo Teatral União e Olho Vivo executar o Hino Nacional num arranjo que teve instrumentos de percussão como berimbau, atabaque e chacoalho. O grupo também apresentou uma canção que fará parte do espetáculo “A cobra vai fumar” a ser lançado em dezembro sobre a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e a Internacional Socialista. Um vídeo com depoimentos das fundadoras (Amelinha Teles, Criméia e Terezinha) e ilustrado por imagens dos atos públicos e das manifestações nas ruas fez breve retrospectiva da entidade.    
Participaram da mesa e realizaram saudações pela data e em defesa da causa das mulheres as seguintes personalidades: Eleonora Menecucci (vice-reitora da Universidade Federal de São Paulo), Ana Fátima M. Galati (Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde), Marta Baião (Centro Informação Mulher), Sônia Coelho (Marcha Mundial de Mulheres), Jô Gonçalves (Articulação de Mulheres Brasileiras), Margareth Rago (Unicamp), Ana Flávia de Oliveira (Faculdade de Medicina da USP), Magali Mendes  (Associação de Promotoras Legais Populares “Cida Terra”), Clara Charf (Presidente da Associação de Mulheres pela Paz), Amélia Naomi (vereadora do PT de São José dos Campos), além da vereadora Juliana Cardoso e Ítalo Cardoso, e o deputado Estadual Adriano Diogo. Ao final do evento, os participantes receberam lembranças confeccionadas pela entidade.

MARA LIVRE = CIDADÃ PRODUTIVA . + NOTICIAS

VOZES SILENCIADAS: MEMÓRIA E LUTA POLÍTICA DOS TRABALHADORES RURAIS 
SEM-TERRA NO ESTADO DE SÃO PAULO (1990-2000). 
“Como produção deliberada, a memória histórica, 
ao longo de nosso século, foi sempre o instrumento 
de poder dos vencedores, para destruir a memória 
dos vencidos e para impedir que uma percepção 
alternativa da história fosse capaz de questionar a
legitimidade de sua dominação”. (Edgar S. de Decca)
Antonio Alves de Almeida 
PUC-SP 
aa.almeida@terra.com.br
pelas Terras do Senhor: A Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Estado de São Paulo 
Este artigo é resultado de uma pesquisa de mestrado (PUC-SP) intitulada As Lutas
(1990-2000) e tem como objetivo, pela história oral, resgatar  a memória – o imaginário 
individual e coletivo da Terra Prometida por Javé ao seu povo –, bem como a luta política – 
as ocupações das Terras do Senhor e os conflitos daí decorrentes – dos trabalhadores e 
trabalhadoras rurais sem-terra no estado de São Paulo. 
 A pesquisa teve como eixo a atuação da CPT na luta pela conquista da terra em três 
regiões do estado de São Paulo: 1. Vale do Paraíba (São José dos Campos, Tremembé e 
Jacareí); 2. Pontal do Paranapanema (Sandovalina) e 3. No Noroeste Paulista (Promissão). 
Antes de iniciar a reflexão sobre a memória e a luta política dos trabalhadores e 
trabalhadoras rurais pela conquista da terra e da reforma agrária, apresento de forma 
sintética (por falta de espaço) alguns aspectos relativos à CPT, tendo como referência os 
depoimentos dos seus respectivos membros. 




Dom Pedro Casaldáliga “apoiamos a luta contra o  latifúndio. Malditas sejam todas as cercas que impedem o homem de viver e amar”.



PARA TER ACESSO AO DOC. COMPLETO ACESSE:

http://www.fiocruz.br/ehosudeste/templates/htm/viiencontro/textosIntegra/AntonioAlvesdeAlmeida.pdf


PERFIL DOS ENTREVISTADOS
Cícero Antônio dos Santos, 41, trabalhador rural e militante do MST, assentado na fazenda
Santa Rita, assentamento Nova Esperança, município São José dos Campos – SP.
Dom Maurício Grotto de Camargo, 47, bispo da Igreja Católica que acompanha a CPT por
parte da CNBB – Regional SUL I, Estado de São Paulo.
Dom Tomás Balduíno, 81, presidente nacional da CPT e bispo da Igreja Católica.
Elza Maria da Silva, 50, membro da equipe de coordenação da CPT Pontal do
Paranapanema.
Ivo Poletto, 61,  ex-padre, um dos fundadores e primeiro secretário da CPT [1975-80],
desligou-se da entidade no ano de 1993, passou em seguida a atuar na assessoria técnica
da Cáritas,  atualmente atua no setor de mobilização social da presidência da República do
Brasil no projeto do governo Lula intitulado Fome Zero.
Marco Dal Corso, professor universitário e estudioso da Igreja e da questão agrária.
Maria de Lourdes Pereira Silva (Lurdinha), 49, ex-membro da CPT, atualmente é membro
da coordenação regional do setor de comunicação do MST no município de Promissão.
Mara Lúcia Galvão, 31, trabalhadora rural e militante do MST, assentada na fazenda Santa
Rita, no assentamento Nova Esperança, município de São José dos Campos – SP.
Padre Cláudio Perani, 62, um dos fundadores da CPT, atualmente é coordenador  da
presença dos jesuítas na Amazônia.
Padre Antônio Ferreira Naves, 50, assessor da CPT do estado de São Paulo
Paulo Naveenn Manicompel, 38, ex-padre, membro da equipe de coordenação do MST do

MARA LIVRE = CIDADÃ PRODUTIVA . + NOTICIAS


Política
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online.unisanta.brPró-moradia não descarta ocupação em SantosFoto Folha SP; ocupação do prédio do TRTTomando como exemplo a ocupação do prédio do Tribunal Regional do Trabalho, em São Paulo, a liderança dos movimentos por moradia de Santos não descarta a possibilidade de ocupar áreas públicas como forma de protesto contra a falta de uma política municipal que resolva o déficit habitacional na Cidade. Trezentas e dezenove famílias organizadas em sete associações de diferentes bairros reivindicam a construção de moradias na área conhecida como Estradão, na Zona Noroeste.
O terreno foi doado a estas famílias durante o governo do prefeito David Capistrano, mas hoje serve como ferro velho para veículos da Prefeitura. Uma das líderes do movimento, Ana Rita Silva, disse que as invasões fazem parte das "alternativas de luta". "Se com o movimento sem-teto de São Paulo, a ocupação der certo, então não devemos descartar a possibilidade de nos utilizarmos deste mesmo tipo de ação".
Cerca de 60 representantes de sindicatos, pastorais, agremiações estudantis e movimentos populares estiveram reunidos com os líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, e da Central de Movimentos Populares (CMP), Benedito Roberto Barbosa, no Sindicato dos Petroleiros. Eles participaram do primeiro curso de formação organizado pelo Núcleo de Reforma Agrária da Baixada Santista no último dia 31.
Segundo Mara Lúcia Galvão, militante do MST e uma das organizadoras do evento, esta e outras atividades do núcleo terão como objetivo difundir a discussão dos problemas sociais e, a partir das necessidades da população local, buscar soluções para eles.
Durante o período da manhã, o representante da CMP apresentou a proposta de implantação do projeto de orçamento participativo, que será encaminhado ao governo do Estado. "A central reúne movimentos de diversos interesses, como pró-moradia, pelo acesso à educação e saúde, pelo bem comum. É o caso da luta pelo orçamento participativo, que deve contar com o apoio de todo aquele que acredita na conquista da cidadania". Após a explicação, Benedito Barbosa, respondeu perguntas e comentou a ocupação, em São Paulo, do prédio do Tribunal Regional do Trabalho, da qual ele foi uma das lideranças.
O curso continuou na parte da tarde com a palestra de Gilmar Mauro sobre reforma agrária e as perspectivas do MST. "Muitos setores acham que o MST deve fazer apenas a luta social e os partidos a luta política. Esta é uma falsa dicotomia. Pois, não haverá avanço na discussão política se não acontecerem as transformações sociais, nem a evolução social se não houver a mudança política. Portanto, nós devemos nos organizar e politizar, sim, as lutas sociais. Afinal de contas, a concentração de terra é um problema político". Mauro aproveitou para divulgar a cartilha do projeto Consulta Popular, "Apresentar um projeto popular como alternativa para o Brasil, obrigatoriamente passará por um amplo debate com a camada mais popular da sociedade".
06.11 a 12.11 de 

SOLIDARIEDADE SOCIALISTA'S


Deputado reforça pedido para transferência de militante do MST presa

20 20UTC setembro 20UTC 2011
proveitando a presença da secretária estadual de Justiça e Defesa da Cidadania, Eloisa de Sousa Arruda, em reunião da Comissão de Direitos Humanos nesta quarta-feira, 14/9, o deputado Marco Aurélio (PT) pediu ajuda na transferência de uma militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de Caçapava para São José dos Campos.
O pedido foi feito também pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Adriano Diogo (PT), que entregou um relatório sobre o caso de Mara Lucia Galvão, presa em Caçapava, com pedidos de entidades para que seja transferida para o regime semiaberto, em São José dos Campos.
Mara Galvão é do assentamento Santa Rita, de São José dos Campos, e, segundo os grupos que trabalham em sua defesa, já havia sido condenada à prisão. O mandado estava para ser cumprido e ela era considerada foragida. Durante uma blitz de trânsito, foi abordada pela PM e presa. Ainda de acordo com o relato, Mara tem três filhos e estava trabalhando "para dar a devida função social ao lote que conquistou na luta".
O pedido de transferência apresentado à secretária foi um reforço, já que a Coordenadoria do Vale do Paraíba " órgão descentralizado da Secretaria de Segurança Pública " informou ao deputado Adriano Diogo que a transferência de Mara Galvão deve ocorrer esta semana. (mlf)
Autor: Da assessoria do deputado Marco Aurélio

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