PUBLICAÇÃO DE 2008 SE REFERE A VENDA DOS PRODUTOS DA MARA .
Produtos variados atraíram visitantes
08/08/2007Mel, produto de grande venda.
De Reunidas os técnicos Nelson Moreira de Barros e Sonia Maria de Oliveira, do Grupo Técnico de Campo de Promissão, trouxeram ainda mudas de coco, dos produtores Maria e Omar Fachini, que foram muito disputadas entre os visitantes. Foram vendidas até as mudas que decoravam o estande institucional. Também trouxeram xaropes de ervas, resultado do curso de plantas medicinais dado a tempos atrás, biscoitos de nata e outros, pães e artesanato de palha de milho de Salvador Arcanjo das Flores, do assentamento Dandara, criado há pouco mais de dois anos também em Promissão.
Também lá perto está a cidade de Presidente Alves, onde fica o assentamento Palmares. Maria da Glória da Silva, assentada lá, trabalha com bijuterias de sementes naturais, que recolhe em todo o lugar que vai. Ela já deu curso em associações e em acampamentos de sem-terra, mas o que a marcou foi um curso que deu, a pedido de uma associação de amparo a moradores de rua de Bauru: a maioria eram homens (8 de um grupo de 11 pessoas) e se interessou muito. “Até hoje vejo um pouco do meu trabalho nas ruas por aí”, contou Glória, enquanto expunha sua arte ao visitantes.
Mara Lúcia Galvão representava a região sudeste do Estado, mais precisamente o assentamento Nova Esperança, de São José dos Campos. De lá trouxe mel, própolis, sabonete artesanal e concentrado de maracujá. Ainda da região, mas da comunidade de quilombo de Caçandoca, de Ubatuba, tinha vassoura de cipó, artesanato de folha de coco e cestarias, as quais sumiram no primeiro dia. “ Vendeu tudo rápido!”, observou Mara Lúcia, complementando: “O forte do assentamento são produtos in natura e orgânicos, mas não deu pra trazer por causa da distância.”
Mais doces de leite e mel com favo trouxe Simone de Oliveira, filha da assentada Joana Paulino de Oliveira, do assentamento Esmeralda, de Pereira Barreto. Ela e a mãe fazem o queijo “cabacinha” (mussarela), “mas não deu tempo de fazer para a feira”, lamentou, mas se animando para o próximo ano.
Imprensa Itesp
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